29 de outubro de 2013

Teorema Katherine: um dos livros fofinhos do John Green

Finalmeeente li um livro do John Green, que todo mundo está apaixonado! Sei que estou atrasada, mas antes tarde do que nunca, não é?


Não tive coragem de ler A Culpa das Estrelas, embora todo mundo fale que é muito bom, porque não gosto muito de histórias tristes, mas prometo que lerei em breve. Ao invés desse, escolhi Teorema Katherine, que ganhei de presente de Dia das Crianças do meu namorado <3 hehe. Resultado? Amooor, me dá mais um livro dele? Adorei!

John Green possui uma escrita leve e trabalha muito bem os personagens que cria. Dessa maneira, Teorema Katherine é um livro delicioso de ler e eu o devorei em menos de cinco dias. A história conta sobre Colin Sigleton, um menino que tem um problema desde pequeno: sempre se apaixona por Katherines, que também gostam dele até, um dia, resolverem terminar. Ele, menino prodígio, resolve tentar criar, então, um teorema que consiga prever, nada mais, nada menos, quando uma pessoa vai terminar o relacionamento com outra.

A história parece bobinha, não é? E não vou mentir, é bobinha mesmo. Mas John Green cria personagens tão deliciosamente estranhos, que fica difícil largar o livro por um momento sequer. O livro é fugging (!) amazing. E eu prometo, mesmo, que você não vai se arrepender de ler. Eu me apaixonei tanto pelo autor, que já comprei Cidades de Papel. É o próximo da lista!

27 de outubro de 2013

Uma versão piorada dos livros do Dan Brown

Antes de comprar novos livros, havia mais um que eu precisava ler: O Enigma do Quatro. Esse eu tinha comprado há muito tempo - cerca de 8 anos atrás - por indicação de um amigo e, claro, nunca nem tinha começado a ler. E não é que esse mês, tanto tempo depois, até que gostei bastante do enredo? 


O Enigma do Quatro tem como personagem principal não uma pessoa, ou um animal, mas sim um documento antigo. Hypnerotomachia Poliphili é um livro que há muito tempo impressionava pesquisadores. Apesar de conter uma história de amor, muitos estudiosos acreditavam que, por trás, existia um mistério desconhecido. Um dia, dois estudantes de Princeton começam a trabalhar no Hypnerotomachia Poliphili e acabam descobrindo, aos poucos, o que o suposto autor Francesco Colonna realmente queria mostrar com seu livro. 


Pois bem, O Enigma do Quatro é bem no estilo de O Código da Vinci e muito diferente do que eu estava lendo esse ano. Embora um pouco mal escrito - provavelmente a tradução ruim - é bem interessante. Eu só senti um pouco de falta de mais ação propriamente dita. A maior parte da história mostra a resolução detalhada dos capítulos do Hypnerotomachia Poliphili, de modo que a ação mesmo só acontece bem no fim. 

Lendo algumas resenhas por aí, descobri que na época em que foi lançado o livro fez bastante sucesso, provavelmente porque histórias deste tipo estavam na moda. No entanto, se você gosta de Dan Brown, não espere um livro que chegue aos pés das histórias que ele criou. O Enigma do Quatro é legalzinho, apenas. Uma ótima distração. E só.

23 de outubro de 2013

As Aventuras de Pi é muito mais chocante que o filme!

Na minha árdua (ok, não) tarefa de ler todos os livros em casa antes de comprar novos, acabei As Aventuras de Pi, que havia comprado no início do ano e não passado da página 30.


Se você viu o filme, saiba que a história escrita é um pouco mais forte do que foi mostrado no longa. Quer dizer, vi nos cinemas e fiquei encantada com as imagens, tensa em algumas cenas e até mesmo chorei no final. Mas o livro mostra algumas coisas pelas quais o menino teve que passar que eu fiquei até um pouco nauseada. É sério.

Para quem nunca nem ouviu falar em Pi: meu amigo, em que mundo você vive? Brincadeira. As Aventuras de Pi (Life of Pi) conta a história de um adolescente indiano chamado Piscine. Um dia, sua família, dona de um zoológico, resolve se mudar para o Canadá. Então, eles embarcam, junto com alguns animais que seriam vendidos, e no meio da viagem há um naufrágio em que apenas Pi e alguns animais sobrevivem. As Aventuras de Pi, dessa maneira, conta basicamente a luta diária de um menino que tenta sobreviver por uns 10 meses em um bote salva-vidas... com um tigre.


Achei o livro bem denso e, sem entrar no mérito de se o autor copiou ou não a história de um autor brasileiro, muito bom. Várias vezes me peguei pensando o que faria no lugar de Pi, que passou por situações muito difíceis. O mais legal, no entanto, é que a história toda é, na verdade, uma alegoria para o que aconteceu realmente com ele. Vale muito a pena ler, mas saiba que seu estômago precisa ser um pouco mais forte do que o meu.

24 de setembro de 2013

Meu novo livro favorito: Os Homens Que Não Amavam As Mulheres!

Como vocês já devem ter percebido aqui, o tipo de livro que eu mais amo ler é fantasia. Adoro mundos criados, personagens que não existiriam na vida real e muita, muita criatividade. No entanto, coloquei uma meta pra mim este ano: ler todos os livros que comprei e não li, para só depois poder comprar outros.

Como quero logo a continuação de Percy Jackson e os Heróis do Olimpo, além da série completa de Instrumentos Mortais <3, já comecei a ler logo os livros que estavam parados em casa sem ninguém tocar. Em duas semanas, simplesmente devorei Os Homens que não Amavam as Mulheres, da trilogia Millenium, e este se tornou, sem dúvida alguma, um dos meus livros favoritos.
Os Homens que não Amavam as Mulheres conta a história de Mikael Blomkvist, um jornalista sueco que acaba sendo condenado por difamação. Ele é dono de uma revista e recebe uma proposta para escrever a biografia de um velho rico, mas posteriormente descobre que, na verdade, precisa descobrir o que houve com a sobrinha do senhor que, 40 anos antes, desapareceu de uma ilha com as saídas bloqueadas sem deixar qualquer vestígio.

Confesso que, de início, o livro não me conquistou. Eu o comprei no começo do ano e li umas 50 páginas, mas acabou ficando de lado e só esse mês voltei a lê-lo. O autor, o jornalista sueco Stieg Larsson, não tem uma escrita muito fácil, já que é bastante detalhista, e, além disso, os nomes dos personagens possuem tantas consoantes que é difícil reconhecê-los logo de cara.

De qualquer maneira, eu recomendo, e muito, o livro. Depois que a história começou a fluir, eu li as mais de 500 páginas em uma semana e todo momento de folga que eu possuía acabava lendo um ou dois capítulos. Os personagens são cativantes, especialmente a Lisbeth Salander, uma investigadora bem estranha por quem eu me apaixonei logo de cara. Agora, preciso acabar de ler os livros que possuo em casa pra comprar os dois outros volumes da trilogia Millenium: A Menina que Brincava com Fogo e A Rainha do Castelo de Ar. Não vejo a hora!

17 de setembro de 2013

Cidade dos Ossos é mais uma adaptação ruim para os cinemas

Como disse há alguns dias, acabei de ler Cidade dos Ossos e simplesmente me apaixonei pelo livro. A autora, além de escrever muito bem, conseguiu criar uma história de fantasia muito madura e surpreendente e personagens que, ao contrário de outros enredos, não são completamente do bem ou do mal.

Pois bem, semana passada fui assistir ao filme, que estava devendo. Meu irmão, que já havia visto antes de mim - mas sem antes ler o livro - disse que eu provavelmente não gostaria. "A história parece ser muito boa, mas o filme ficou péssimo". Fui ao cinema, então, com a expectativa baixa. Depois da decepção com Percy Jackson, tudo o que eu menos queria ver era outra história que eu adoro ser destruída na adaptação.


Não vou dizer que amei o filme, mas também não odiei. Achei os atores bem fraquinhos, exceto a Lilly Collins que intepretou a Clary muito melhor do que eu esperava. O Jace parece um frango e não tem nada a ver com o personagem descrito no livro, enquanto o Simon, que era pra ser um nerd, é um menino musculoso e bem "descolado".

A história, por sua vez, por conter muitos detalhes, teve que ser reduzida ao máximo. Apesar disso, não a modificaram tanto assim. Achei que os acontecimentos do início, por exemplo, foram muito bem resumidos e explicaram bem para quem não leu o livro. A impressão que tive ao sair do cinema, no entanto, foi que fizeram um adaptação que por si só bastasse, caso não desse para ter uma continuação. Uma pena.


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