13 de agosto de 2014

A deliciosa paella do Don Mariano!

No meio das inúmeras hamburguerias do Itaim, em São Paulo, há um restaurante que, pela fachada simples, talvez passe despercebido por quem não conhece a região. Chamado de Don Mariano, o local é especializado em cozinha espanhola e abre tanto durante a semana, com pratos executivos, como aos fins de semana, com uma paella de brilhar os olhos.

Sábado, eu e meu namorado fomos à exposição do Castelo Rá-Tim-Bum logo cedo e, após analisarmos as opções, resolvemos ir andando do MIS (Museu de Imagem e Som) até o bairro do Itaim que, sem dúvida, é uma das melhores regiões para se comer. Como o clima estava um pouco gelado, resolvemos ir até o Don Mariano.


Chegamos assim que o restaurante abriu, ao meio-dia, e um garçom muito simpático nos levou até a mesa. Como já sabíamos o que queríamos comer, a paella, não demoramos muito para fazer nosso pedido. Optamos por uma paella para uma pessoa (R$ 52,00) e um chá e um suco de uva para beber. Aos sábados, o Don Mariano possui uma promoção muito legal: uma paella para duas pessoas com uma sangria pequena por apenas R$ 90,00. Achamos interessante, mas como eu estava dirigindo, resolvemos ficar sem álcool mesmo.

Já que estávamos com fome, acabamos pedindo também o couvert, que continha pão francês e pão italiano, salame espanhol, manteiga, pimentão e azeitonas. Tudo muito delicioso! Os pães estavam superfrescos e bem crocantes, enquanto os pimentões eram um caso à parte: muito bem temperados! As azeitonas, além disso, eram suculentas, enquanto o salame espanhol era muitíssimo saboroso.


Embora tivesse lido em resenhas por aí que duas pessoas se fartariam de comer a paella para apenas uma pessoa, isso não é verdade. O prato era bastante farto, sim, para uma pessoa, mas deu certinho para nós dois. Lembrando que havíamos comido o couvert antes, ou seja, talvez tivéssemos que pedir algum outro prato caso não tivesse a entrada.

De qualquer maneira, a paella é deliciosa! E vale a pena mesmo! O prato vem com muitos frutos do mar, o que sabemos que nem sempre acontece, e o tempero é uma delícia. Se você gosta de camarão, ainda, prepare-se para unidades enormes no seu prato, isso sem contar o restante dos ingredientes. Além disso, não se esqueça de saborear a pimenta que fica na mesa e que dá um toque todo especial à refeição. Uma delícia! 

12 de agosto de 2014

Os filmes de Robin Williams que marcaram a nossa infância!

O mundo ficou mais triste ontem quando descobrimos que Robin Williams se foi. Pode até ser que ele não seja o seu ator favorito, como não era o meu, mas dá um apertinho no coração lembrar de filmes estrelados por ele que marcaram a nossa infância e adolescência, não dá? Robin Williams, sem dúvida, fez parte de produções que merecem ser lembradas, por isso, resolvi fazer uma lista com os filmes do ator que eu mais gostava. Algum deles é o seu preferido também? :)

Jumanji


Aaah, Jumanji! ❤ Quem nunca quis brincar com esse jogo de tabuleiro que atire a primeira pedra! Eu amava tanto essa história que, mesmo depois de adulta, resolvi comprar o DVD!

Estrelado por Robin Williams junto com a, na época pequena, Kirsten Dunst, o filme conta a história de um jogo de tabuleiro chamado Jumanji que se tornava realidade a partir do momento em que um dos jogadores lançasse os dados. Uma noite de 1969, Alan Parrish começa uma partida com sua amiga Sarah, mas acaba ficando preso dentro do jogo. 26 anos depois, duas crianças se interessam pelo jogo e acabam libertando Alan que, tendo perdido os melhores anos da sua vida, decide terminar a partida para finalmente se libertar.

Aladdin


Muita gente não sabe, mas Aladdin, um dos filmes da Disney que mais recebe o título de “favorito” da criançada, teve uma participação espetacular de Robin Williams, que foi o responsável por dar vida ao Gênio!


Percebe agora as semelhanças? ❤ Aladdin, sem dúvida, é uma história incrível, mas o Gênio é quem dá toda mágica ao filme!

Uma Babá Quase Perfeita


Clássico das Sessões da Tarde, Uma Babá Quase Perfeita era um filme que despertava sentimentos contraditórios em mim, hahaha. Confesso que assisti à história algumas vezes na televisão, mas, e não sei o porquê, acho que acabei enjoando. De qualquer maneira, não dá para negar que esse filme marcou a nossa infância, não é? Uma Babá Quase Perfeita conta a história de Daniel Hillard, um homem que decide se transformar na babá de seus filhos, a Sra. Euphegenia Doubtfire, para participar mais da vida deles. Te lembra algo? :)

Hook: A volta do Capitão Gancho


Além de interpretar um Gênio e uma Babá, Robin Williams também foi o responsável por uma das atuações mais fantásticas de Peter Pan! ❤ Hook: A volta do Capitão Gancho, dessa maneira, conta a história de Peter Banning, um homem de 40 anos que um dia já foi Peter Pan, mas por ter se dedicado tanto ao trabalho, acabou esquecendo a sua origem e também deixando a sua família de lado. Um dia, quando Capitão Gancho retorna e sequestra seus filhos, ele se vê obrigado a voltar para a Terra do Nunca e começa a lembrar de tudo o que passou por lá!

Sociedade dos Poetas Mortos


O único filme dessa lista que não é infantil, Sociedade dos Poetas Mortos fez parte da minha adolescência e, se você ainda não o viu, veja porque vale a pena! A história, que é de 1989, fala sobre um ex-aluno da Welton Academy que, em 1959, retorna à escola preparatória para dar aulas de Literatura. Aos poucos, no entanto, ele começa a se chocar com a ortodoxa direção do colégio, pois seu método de ensino incentiva os alunos a pensarem e a perseguirem as suas paixões. É incrível!


Claro que Robin Williams possui mais diversos filmes que marcaram todas as gerações, mas esses foram os que eu me lembro de ver e rever na televisão toda vez que passava. Sem dúvida, o ator vai deixar muitas saudades, mas talvez essa seja uma boa oportunidade para ir atrás dos filmes que ele estrelou e vê-los pela primeira, segunda ou terceira vez! O que acham? =)

11 de agosto de 2014

Guardiões da Galáxia é filme pra ver várias vezes sem enjoar!

Quando vi o trailer de Guardiões da Galáxia, em uma das minhas idas ao cinema, imediatamente fiquei com vontade de assistir ao filme. Mais porque, confesso, sou muito fã de ficções científicas e de filmes que passam no espaço, do que pelo fato de ser uma nova história da Marvel. Então, nesse sábado, logo após ver a exposição do Castelo Rá-Tim-Bum (faço post ainda nessa semana! ❤) fui ao cinema com o meu namorado e me vi presa em um enredo incrível de cerca de duas horas.


Não sou a maior entendedora de histórias em quadrinhos, então vou falar apenas do filme, tudo bem? Assim sendo, Guardiões da Galáxia conta sobre Peter Quill que, ainda criança, é abduzido do planeta Terra. Ele, então, passa a viver com um grupo de saqueadores e de repente se encontra em uma bela enrascada ao roubar uma esfera que o vilão Ronan quer. Ao mesmo tempo, Peter Quill precisa se entender com quatro personagens peculiares que ou querem capturá-lo ou apenas querem a esfera que ele roubou: Groot, uma árvore humanóide que apenas fala "I am Groot", Gamora, a "filha" de Ronan que tem outros planos para si, Rocket Racoon, um guaxinim extremamente engraçado e meio maluco, e Drax, que tem seus motivos pessoais para querer se vingar de Ronan. O problema é que, ao perceber o que de fato essa esfera é, esses cinco seres têm de aprender a conviver juntos a fim de salvar a galáxia de poderes obscuros que ninguém sozinho consegue controlar.

Lendo esse resumo, até parece que Guardiões da Galáxia é um filme maluco sem sentido algum. No entanto, se você é fã de super-heróis, saiba que vale muito a pena, não só pelos efeitos especiais, mas por toda a revolução que o filme traz! Ao invés de super-heróis certinhos, Guardiões da Galáxia possui como personagens principais os famosos anti-heróis que estão longe de serem perfeitos. Todos eles possuem defeitos que talvez fizessem com que outros enredos os caracterizassem como vilões: são assassinos e ladrões, além de viverem baseados em suas próprias leis.


Dessa maneira, não espere do filme discursos muito inspiradores, já que os personagens principais são tão sombrios quando o próprio vilão. No entanto, esteja preparado para tiradas superengraçadas, cenas e efeitos especiais de tirar o fôlego e um enredo que, além de muito bem escrito, ainda abre a possibilidade para novos filmes da mesma franquia. Isso sem contar, é claro, com a trilha sonora, que está dando o que falar e é simplesmente sensacional. Veja, espere pela cena depois dos créditos e não se arrependa! (e se apaixone pelo Groot assim como eu)

7 de agosto de 2014

Budapeste: mais uma versão fantástica de Chico Buarque

Quem adora escrever, e vive disso, sabe que o processo de construção de um texto não é nada fácil. São necessárias várias noites em claro tentando pensar no melhor jeito de escrever uma ideia - isso quando essa ideia existe, é claro. Além disso, é preciso escrever e rescrever trechos inteiros para chegar àquilo que se considera quase perfeito.

Ontem acabei de ler Budapeste, de Chico Buarque, e confesso que, mesmo adorando as composições do cantor, ainda não o conhecia como autor. Dessa maneira, quando comecei a ler esse livro, demorei um pouco para compreender a narrativa e, claro, para entender sobre o que era a história.

Budapeste conta fragmentos da vida de um homem chamado José Costa, que é um escritor anônimo e, como qualquer escritor, adora os idiomas e as palavras. Ele vive no Rio de Janeiro com sua mulher e escreve livros, discursos e artigos para outras pessoas, que fingem ser as autoras de cada um deles. Um dia, ele chega a Budapeste e lá dá de cara com um novo idioma que o encanta na mesma medida que uma outra mulher. 


Costa é uma pessoa confusa e, dessa maneira, a narrativa também é. Ao longo das páginas, são intercalados acontecimentos da vida do personagem principal com fatos que, na verdade, fazem parte das histórias que ele escreve. Além disso, também é retratado o processo de criação de José Costa, que possui manias e vive inquieto, tentando encontrar as melhores e mais poéticas frases. Para mim, na realidade, o ponto-chave de Budapeste é justamente cada livro que José Costa produz e que, na verdade, ocupa em sua vida um espaço muito maior do que sua mulher no Rio de Janeiro ou sua mulher em Budapeste. Os livros dele, dessa maneira, são seus verdadeiros amores e o real motivo para sua felicidade. 

Budapeste, enfim, é um livro que deve ser lido até o fim, pois é contado em primeira pessoa e através das lembranças do personagem e, por isso, não é completamente linear. Confesso que, não fosse o final incrível da história, talvez eu não tivesse gostado tanto de Budapeste, que não possui o estilo dos livros que eu costumo ler. No entanto, após acabar a leitura, passei a pensar em cada acontecimento retrato e acabei me surpreendendo. Por isso, recomendo, sim, o livro que, além de ser genial, ainda descreve alguns lugares, especialmente do Rio de Janeiro, de maneira quase poética.

4 de agosto de 2014

Você se lembra de One Tree Hill?


Sabe aquela sensação de vazio quando acabamos de ler um livro ou assistir a um seriado? Eu acho ela é perfeita porque nos obriga conhecer novos enredos, novas histórias, novos personagens e novos vícios. Foi assim que eu descobri One Tree Hill. Logo após acabar a última temporada de Game of Thrones, fiquei perdida sem saber o que veria em seguida. Então pedi indicações de novas séries e, depois de receber tantas opções, acabei seguindo o conselho de uma amiga minha e me aventurei pela história desse seriado antigo, mas muito, muito fofo.

Confesso que já havia ouvido falar de One Tree Hill, mas nunca tinha parado para assisti-lo. Exceto, talvez, alguns episódios dublados no SBT, quando a série ainda passava por lá. Então, sem conhecer o enredo, baixei o primeiro episódio... E o segundo, o terceiro e o quarto... Quando de repente me vi completamente viciada!

One Tree Hill gira em torno de Lucas Scott, um menino de 16 anos que vive com a sua mãe em uma pequena cidade dos Estados Unidos. Um dia, ele é convidado para fazer parte do time de basquete da escola, os Ravens, e então passa a ter que conviver com seu meio-irmão Nathan e seu pai, Dan, que nunca se importou com ele. Nathan, para piorar as coisas, é o astro da equipe e, por isso, se sente ameaçado por Lucas que não desiste de mostrar todo o seu potencial. Aliado a isso, o menino ainda se apaixona por Peyton, uma líder de torcida que foge ao estereótipo de loira-patricinha e se mostra problemática e com um ótimo gosto musical. O problema é que Peyton namora Nathan e isso faz com que a rivalidade entre os dois irmãos aumente ainda mais.


É claro que One Tree Hill está longe de ter a complexidade de Game of Thrones, mas sabe quando a série te conquista sem precisar de muito? Aos poucos, você começa a conhecer mais sobre a cidade e entende porque cada personagem é exatamente do jeito que é. Então, de repente se pega torcendo por futuros casais, odiando o pai babaca do Nate e até mesmo sente saudades dos dramas da Peyton

A história me lembrou muito de Gilmore Girls no seu início, quando ainda eram Lorelai e Rory contra o resto do mundo. Então, se você sente falta de uma série nesse estilo, tipo The OC ou até Gossip Girl (guardadas as devidas proporções, é claro), saiba que One Tree Hill cumpre muito bem o seu papel: tem personagens fofos, histórias do dia a dia com um pouco de drama e comédia e uma trilha sonora ótima!
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