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1 de agosto de 2015

Como eu descobri o que é ser saudável de verdade

Hoje, enquanto eu pensava no assunto que poderia escrever aqui no blog, parei pra pensar o quanto mudei de uns anos pra cá. Aos poucos, comecei a me curtir mais, a aproveitar a minha companhia, a não me incomodar de ficar sozinha ou passar um fim de semana toda assistindo a seriados no Netflix. E uma coisa que contribuiu muito para que eu passasse a me amar mais, sem dúvida, foi a minha auto-estima, que só aumentou.


Já há algum tempo, quase dois anos, me comprometo a comer de forma mais saudável, a evitar alguns alimentos industrializados e a consumir, o menos possível, doces e frituras. Claro que ninguém é de ferro, né? Vocês sempre me veem postando aqui no blog sobre restaurantes que amo ou que fui conhecer e, na maioria das vezes (confesso!), isso inclui hambúrgueres, frituras e sobremesas cheias de açúcar e gordura.

Pois bem: eu nunca, em nenhum momento, disse que ia ser uma daquelas doidas que só se alimenta de frango e batata-doce, que evita sair com os amigos e com o namorado por medo de sair da dieta e passa todas as horas livres na academia. Sim, eu gosto de malhar e também gosto de manter uma alimentação saudável e balanceada, mas é essa justamente a questão: ser balanceado. Não adianta nada você passar uma semana toda sem colocar um quadradinho de chocolate na boca se, ao chegar no fim de semana, você come uma barra de chocolate toda sozinha e toma um pote de dois litros de sorvete de uma vez.


Eu aprendi isso do pior jeito esse ano. Eu tinha certeza que, depois do Canadá, eu teria engordado alguns quilinhos. Afinal, sabendo que ficaria lá por apenas três meses, eu aproveitei mesmo, né? Comi tudo o que tinha direito, almocei pizza diversas vezes, comi chocolate de monte e, claro, me deliciei com todas aquelas besteiras que eles têm, mas a gente não está acostumado. Comer donuts pelo menos três vezes por semana era regra, por exemplo. Então, quando voltei para o Brasil, nem me preocupei em me pesar.

Há duas semanas, mais ou menos, eu fui para uma consulta de rotina na minha médica e resolvi me pesar. Na hora, até cogitei ficar longe da balança para não ficar triste, mas depois achei que seria uma boa alternativa para eu finalmente tomar vergonha na cara e voltar à rotina saudável que eu tinha antes do intercâmbio. Dito e feito: engordei quatro quilos e, deixando de seguir uma dieta mais restrita, pelo menos durante a semana, acabei não emagrecendo mais.


A partir daí, resolvi finalmente retornar à alimentação saudável. Deixei de comer frituras e doces durante a semana, passei a me esforçar mais para tomar pelo menos dois litros de água por dia e, especialmente, parei de comer o máximo de alimentos industrializados possível. A gente sabe que aquelas bolachinhas, que as propagandas sempre falam que são muito saudáveis, na verdade não são, né? Na hora da fome, o melhor é sempre comer uma fruta com castanhas, por exemplo, do que um pacotinho de biscoito industrializado.

Não sei se vocês são daqueles que comem sem engordar, mas eu nunca fui assim e, só depois que aprendi o que fazia bem e o que fazia mal para o meu corpo, consegui perder o peso que sempre quis. Hoje, eu não como nada de embutidos, inclusive peito de peru, tirei o pão da minha alimentação (viva a tapioca!), passei a consumir muito mais frutas e legumes e, além disso, durante a semana só tomo água. Sucos de caixinha e refrigerantes? Nunca mais.

entenderam por que eu não queria voltar do Canadá?
De fim de semana, é claro, fica um pouco mais difícil se controlar. A gente sempre acaba querendo sair pra jantar ou então fica com vontade de comer um chocolate e disso eu não me privo, não. Afinal, como vocês bem sabem, eu adoro comer! E adoro conhecer restaurantes também. Então, o jeito foi dar uma segurada só, evitar comer um tablete de chocolate de uma vez só ou passar o sábado e o domingo inteiros comendo. Como sempre, o equilíbrio se mostrou a melhor opção, afinal, a gente não quer viver de frango e batata-doce, mas também não precisa se enfiar no fast-food em todas as refeições, né? De vez em quando rola um pãozinho quentinho com manteiga de café da manhã e eu também como batata-frita aos finais de semana, mas passar o domingo todo comendo salgadinho e tomando refrigerante não.

Não sei se vocês se interessam por esse assunto e tentam levar uma vida mais saudável que nem eu, mas quando eu resolvi mudar um pouco a minha rotina, uma pessoa que me ajudou muito a entender o que, de fato, era saudável foi a Bárbara Mamede, que já deu uma entrevista muito legal aqui para o blog. :)

19 de abril de 2013

Bike Anjo: pedale com um anjo da guarda

Hoje é o Dia Mundial da Bicicleta! Finalmente todo mundo está se conscientizando de que elas são um meio de transporte e não só mais uma diversão para os fins de semana. Cada vez mais é comum vermos bicicletas na rua, já que algumas pessoas aderiram a este meio de transporte sustentável e passaram a ir para o trabalho ou para a escola com ele.

O problema é que muita gente ainda tem medo de usar bicicletas no meio do trânsito caótico das cidades grandes. E aí acaba preferindo usar o carro que, além de ser muito prejudicial ao meio ambiente, é o responsável pela maioria das pessoas demorar mais de 3h para se locomoverem todos os dias. É muito tempo!

Por isso, há alguns anos surgiu o Bike Anjo, um grupo de ciclistas experientes que se dispõe a ajudar aqueles que querem começar a pedalar na cidade com segurança. Um Bike Anjo dá assistência ao novato, ajuda na escolha de melhores trajetos, acompanha nas primeiras pedaladas e ensina manutenção básica e medidas de segurança no trânsito. Não é muito legal?

E o melhor de tudo é que o serviço é gratuito! O pessoal do Bike Anjo acredita em uma cidade melhor, com um trânsito mais seguro, com mais bicicletas e menos poluição e barulho, por isso, é formado apenas por voluntários. Para solicitar um Bike Anjo é muito fácil. Basta entrar neste endereço, preencher todos as lacunas corretamente e aguardar um contato.

Ah! O Bike Anjo não funciona só em São Paulo não, viu? Os voluntários estão presentes em vários estados, como Acre, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Mas claro que eles nunca vão pedalar por você. Por isso, é essencial que quem começar a andar de bicicleta nas ruas siga à risca todas as dicas aprendidas. Não esqueça, por exemplo, de nunca andar na contramão e sempre sinalizar. Segurança em primeiro lugar!

17 de abril de 2013

Por que comer alimentos integrais?

Não tem jeito, quando o frio chega, nossa vontade de comer triplica. E muita gente acha que isso acontece porque nosso corpo precisa de energia para manter a sua temperatura interna. Em partes, isso é verdade, mas só quando está muito frio mesmo. Aqui no Brasil, como o inverno não é nem um pouco rigoroso, acabamos comendo mais porque, para digerir o alimento, nosso corpo produz um calorzinho gostoso que dá uma sensação de bem-estar.

Tudo bem, não vou falar pra você comer pouco no inverno, porque, muitas vezes, nem eu mesma consigo! Mas a gente pode mudar um hábito ou outro pra ser saudável e não sentir fome toda hora né? É aí que entram os famosos alimentos integrais que eu, até pouco tempo, não consumia.

Os alimentos integrais são infinitamente melhores para a saúde, já que possuem mais fibras, vitaminas e minerais. Eles, além disso, ajudam no funcionamento do intestino e, de quebra, nos dão a sensação de saciedade por mais tempo. Como não é fácil para nosso corpo digerir essas fibras, demoramos mais para sentir fome.

Outra vantagem dos alimentos integrais é que eles possuem um baixo índice glicêmico, ou seja, liberam açúcar aos poucos na corrente sanguínea, o que não produz picos de glicemia. Isso faz com que sejam ótimas opções para pessoas que possuem diabetes e servem até mesmo para prevenir esta doença.

Então, faça o teste! Troque seu arroz branco por arroz integral, mude os biscoitos, os pães e as massas. Você vai ver como ficará saciado por mais tempo e se sentirá melhor! No entanto, cuidado: por mais que alimentos integrais sejam saudáveis, a gente não pode esquecer que eles são carboidratos e que, consumidos em excesso, se transformam em gordura. Bom apetite!

9 de abril de 2013

Dieta sem sofrer: conheça a história da Bárbara Mamede

Segunda-feira é o dia mundial da dieta. A gente come um monte no fim de semana, se acaba nos chocolates da Páscoa e, na segunda, volta a seguir à risca aquele regime que promete ser milagroso - mas não é. Triste realidade. Há algum tempo, para me ajudar nessa batalha contra as gordices, comecei a seguir a Bárbara Mamede no Instagram. O perfil dela é o @dietasemsofrer e, lá, a gente encontra mil dicas para manter o corpo saudável. Todos os dias a Bárbara posta fotos do seu almoço, do seu jantar e, claro, dos lanchinhos entre as refeições. Porque todo mundo sabe que é preciso se alimentar de três em três horas, não é?

A Bárbara, com apenas 17 anos, é um exemplo para todo mundo! Come direitinho, faz exercícios frequentemente e nunca foge da reeducação alimentar. Mas ela, até o ano passado, era gente como a gente. Comia tudo o que tinha vontade e levava uma vida sedentária, sem praticar qualquer tipo de exercício. Foi há quase um ano que a sua vida mudou.


No dia 21 de Abril de 2012, a Bárbara Mamede descobriu que possuía diabetes tipo 1 - aquele tipo que é autoimune e pede a aplicação constante de insulina. "Essa data me marcou muito porque foi algo que eu jamais pensei que teria que passar" - ela contou para o Tem Certeza?. A taxa de glicose da Bárbara era tão alta (quase 400), que ela teve que sair do consultório da médica e ir correndo para uma farmácia comprar o glicosímetro (aparelho para medição) e a insulina para ser aplicada na mesma hora. "Me emociono ao lembrar desse dia, porque foi muito difícil passar por isso, ainda mais pelo fato de que não sabia muito sobre a doença, pensei que minha vida mudaria para pior." Mas hoje ela sabe que sua vida mudou apenas para a melhor.

Em uma semana, a Bárbara teve que mudar todos os seus hábitos. Trocou de colégio, casa, mudou sua alimentação e procurou uma academia, mesmo que só pudesse começar a se exercitar um mês depois do diagnóstico. "Quando eu descobri [a doença], resolvi encarar e decidi que seria a diabética mais saudável possível. Com poucos meses de tratamento consegui retirar 100% a aplicação de insulina e é essa a minha maior motivação para me dedicar cada vez mais. Os resultados com o corpo são as consequências de uma dedicação diária e, hoje, vejo que o diabetes só trouxe benefícios para minha vida. Meus exames estão extremamente controlados e, se depender de mim, será assim até o fim da minha vida", ela diz.

Hoje em dia, a Bárbara Mamede faz musculação, corre três vezes na semana e há pouco tempo começou o Pilates, que ela adora! Aos fins de semana não é sempre que se exercita, mas nesses dias controla um pouco mais a comida. Falando nisso, a dieta dela é um exemplo maravilhoso para se seguir. Ela nunca deixa faltar peixes, frango, arroz integral e salada variada. Mas muito se engana quem pensa que comer saudavelmente é deixar de lado aquilo que a gente mais gosta. Como a Bárbara disse, "fazer reeducação alimentar é saber se comportar diante da comida. Temos que comer para viver e não viver para comer". Faz todo sentido, não é?


O amor pelos exercícios e pela alimentação se tornou tão forte que, hoje, a Bárbara já sabe o que quer cursar na faculdade: Nutrição. "Um estilo de vida saudável é algo que deve se espalhar para todas as pessoas", ela diz. "Espero que todos os diabéticos possam um dia pensar assim como eu e descobrirem que podem levar uma vida normal. Como diz o livro Pollyanna, que li aos 12 anos de idade: busque sempre tirar as coisas boas de cada situação ruim que acontece em sua vida".

Todo mundo consegue! E a Bárbara Mamede é uma baita inspiração!
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Para conhecer mais a Bárbara Mamede:
Instagram: @dietasemsofrer
Facebook: Dieta Sem Sofrer

5 de fevereiro de 2013

Motivação: exercitando-se sempre e comendo corretamente


http://instagram.com/claudinhastoco/
Sempre achei essa coisa de motivação uma bela bobagem. Para mim, esforçar-se para algo sempre deveria partir de nós mesmos e não de um bando de pessoas falando palavras de incentivo. Quando comecei a estagiar no mundo corporativo (leia-se em uma empresa química-farmacêutica), percebi que essa ideia de motivação era algo muito forte dentro do ambiente de trabalho, mas nunca dei a devida atenção. É bobagem!, eu dizia. Pois é, esse ano a minha opinião mudou um pouco.

Acabei de me formar em Jornalismo e, como uma bela recém-formada, ainda estou procurando um emprego. Desse modo, tive que focar em algo para não enlouquecer dentro de casa. Primeiro, comecei com os livros, minha meta era ler 15 até o fim de fevereiro - o que, de antemão, já aviso, não irá acontecer: li apenas sete. Então, aos poucos, em minhas andanças pela internet, percebi que uma nova moda estava se alastrando pelas blogueiras que eu costumo acompanhar.

Quem me conhece sabe que malho há muito tempo. Entre indas e vindas, são pelo menos sete anos de tentativas frustradas de ter um corpo perfeito. Sem entrar no mérito do que é um corpo perfeito para mim, por me considerar grande, sempre lutei contra a balança e segunda-feira era frequentemente o dia de começar uma nova dieta. Óbvio que não tenho como encolher, mas sei que consigo aparentar ser menor se tiver um corpo todo no lugar. Já fiz dietas malucas, já deixei de comer carboidratos e até tomei aquelas cápsulas de óleo de coco (ew!), mas o que vem dado mais certo, desde que comecei a me exercitar há longos anos, é a reeducação alimentar e o aeróbico frequente. E claro que esse é o modo mais saudável.

http://bymarina.com.br
Aqui em casa é um pouco difícil seguir uma dieta certinha. Meus pais amam pão e uma bela pizza, comem arroz branco em todas as refeições e, mesmo que haja sempre legumes e frutas, algumas ideias estão tão fortemente enraizadas nas mentes deles que tive que começar a me virar para seguir uma alimentação saudável. Sei que não como 100% direito, ainda me rendo às tentações do fim de semana - e acho muito errado quem se priva de absolutamente tudo, mas depois falo sobre isso - e às vezes não tenho como escapar de uma refeição gordinha da minha mãe, mas o fato é que ler o relato de algumas blogueiras me faz, a cada dia, ter mais vontade de correr atrás do corpo que eu quero. Essa coisa de motivação existe, sim, afinal.

A blogueira que mais me chamou a atenção, desde o início, foi a Marina, do By Marina. Quando eu era menor, sempre pegava templates para os meus blogs no site dela e, depois de muito tempo, voltei a acompanhar seus posts. O mais legal de tudo é que ela faz posts diários com imagens e não tem vergonha de colocar o antes e o depois da sua transformação. As mudanças são supervisíveis! E ela, hoje em dia, tem um corpo sensacional. Sem contar do grupo no Facebook, o #bymarinafit, que reúne diversas pessoas com o mesmo objetivo e que dão várias dicas legais de como perder peso, definir o corpo e criar receitinhas legais para não enjoar. Há também outras blogueiras, como a Vivian, do Fabulous by Vivian, ou a Claudinha, do Claudinha Stoco, que contam as suas aventuras diárias atrás de um corpo que, para elas, é o ideal.

Marina, do By Marina. Total inspiração!

Quando comecei a entrar todos os dias nos blogs dessas meninas (e de algumas outras, claro) e a acessar o Instagram delas - que é sempre recheado de pratos saudáveis, exercícios e imagens para se inspirar -, eu acabei criando uma meta para mim mesma e vi, por meio de pessoas tão normais quanto eu, que tais metas são completamente alcançáveis. O segredo é não se deixar abalar e manter o foco. Atualmente, tento fazer exercícios aeróbicos três vezes por semana e musculação duas. E já estou com um corpo muito mais bonito, firme e sem celulite. Sem contar a minha pele que, longe de chocolates e comidas gordurosas, está muito mais bonita. Vem, Carnaval!
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