10 de abril de 2013

Oz: Mágico e Poderoso

Segunda-feira fui assistir ao Oz: Mágico e Poderoso no cinema. Eu amo fantasia, adoro a história de Oz e sabia que em breve o filme irá sair de cartaz, então resolvi assisti-lo mesmo que só tivesse dublado. É, tive que ver a linda da Mila Kunis com uma voz de gralha absurda, mas relevei porque, afinal, é ela.
Oz: Mágico e Poderoso possui uma proposta diferente do famoso O Maravilhoso Mágico de Oz. O filme, na realidade, conta a história anterior ao livro de L. Frank Baum. Ou seja, não tem leão querendo ser corajoso, homem de lata querendo um coração, nem um espantalho querendo um cérebro. O que é uma pena, pois acho que uma regravação dessa história seria muito mais legal. De qualquer maneira, o longa conta como o mágico Oz chegou à terra da fantasia.
Oscar Diggs (James Franco) é um mágico charlatão da distante Kansas e, um belo dia, ao fugir de uma briga, acaba chegando à Terra de Oz. Lá, ele encontra três feiticeiras, Theodora (Mila Kunis), Evanora (Rachel Weisz) e Glinda (Michelle Williams), que dizem ser boas, mas escondem um segredo. O povo de Oz, na realidade, acredita em uma profecia que afirma que um mágico chegará à sua terra para governá-la. É aqui que Oscar, ao perceber a oportunidade, diz que é um grande mágico e se propõe a assumir o trono do reino, imaginando receber fortuna e poder. Seu plano, no entanto, vai por água abaixo quando ele descobre que, para se tornar o rei, precisa destruir a bruxa má que vem aterrorizando o povo.
Pois bem, vamos às considerações. As imagens são sensacionais, o longa é supercolorido e a gente fica de boca aberta, especialmente quando há a transição do filme preto e branco para o colorido. Mas não vá ao cinema espoerando uma história muito elaborada e cheia de revelações. Na verdade, o enredo é fraquinho, bem leve e possui algumas falhas como, por exemplo, não contar porque a bruxa má é má. Achei a história bem infantil, na verdade, e esperava mais.
O que encanta, no entanto, são as maquiagens das atrizes! Quanta maquiagem linda! Sempre me pegava pensando como tal visual ficaria legal com uma roupa específica e como poderia fazer uma maquiagem daquelas usando os produtinhos que tenho em casa. Selecionei, por isso, algumas imagens do filme pra gente se inspirar:

Aliás, acho que não fui só eu que achei as maquiagens de Oz: Mágico e Poderoso sensacionais, né? Há algum tempo, a Urban Decay lançou duas paletas maravilhosas baseadas na Theodora e na Glinda - que, cá entre nós, são as maquiagens mais bonitas. Cada uma delas vem com oito sombras, um gloss e um lápis. Eu não comprei, mas fiquei apaixonada pela paleta da Theodora, achei as cores muito mais bonitas. Você pode conferir a resenha das duas no blog Femme Fatale by Jeh.
Muito amor!

9 de abril de 2013

Dieta sem sofrer: conheça a história da Bárbara Mamede

Segunda-feira é o dia mundial da dieta. A gente come um monte no fim de semana, se acaba nos chocolates da Páscoa e, na segunda, volta a seguir à risca aquele regime que promete ser milagroso - mas não é. Triste realidade. Há algum tempo, para me ajudar nessa batalha contra as gordices, comecei a seguir a Bárbara Mamede no Instagram. O perfil dela é o @dietasemsofrer e, lá, a gente encontra mil dicas para manter o corpo saudável. Todos os dias a Bárbara posta fotos do seu almoço, do seu jantar e, claro, dos lanchinhos entre as refeições. Porque todo mundo sabe que é preciso se alimentar de três em três horas, não é?

A Bárbara, com apenas 17 anos, é um exemplo para todo mundo! Come direitinho, faz exercícios frequentemente e nunca foge da reeducação alimentar. Mas ela, até o ano passado, era gente como a gente. Comia tudo o que tinha vontade e levava uma vida sedentária, sem praticar qualquer tipo de exercício. Foi há quase um ano que a sua vida mudou.


No dia 21 de Abril de 2012, a Bárbara Mamede descobriu que possuía diabetes tipo 1 - aquele tipo que é autoimune e pede a aplicação constante de insulina. "Essa data me marcou muito porque foi algo que eu jamais pensei que teria que passar" - ela contou para o Tem Certeza?. A taxa de glicose da Bárbara era tão alta (quase 400), que ela teve que sair do consultório da médica e ir correndo para uma farmácia comprar o glicosímetro (aparelho para medição) e a insulina para ser aplicada na mesma hora. "Me emociono ao lembrar desse dia, porque foi muito difícil passar por isso, ainda mais pelo fato de que não sabia muito sobre a doença, pensei que minha vida mudaria para pior." Mas hoje ela sabe que sua vida mudou apenas para a melhor.

Em uma semana, a Bárbara teve que mudar todos os seus hábitos. Trocou de colégio, casa, mudou sua alimentação e procurou uma academia, mesmo que só pudesse começar a se exercitar um mês depois do diagnóstico. "Quando eu descobri [a doença], resolvi encarar e decidi que seria a diabética mais saudável possível. Com poucos meses de tratamento consegui retirar 100% a aplicação de insulina e é essa a minha maior motivação para me dedicar cada vez mais. Os resultados com o corpo são as consequências de uma dedicação diária e, hoje, vejo que o diabetes só trouxe benefícios para minha vida. Meus exames estão extremamente controlados e, se depender de mim, será assim até o fim da minha vida", ela diz.

Hoje em dia, a Bárbara Mamede faz musculação, corre três vezes na semana e há pouco tempo começou o Pilates, que ela adora! Aos fins de semana não é sempre que se exercita, mas nesses dias controla um pouco mais a comida. Falando nisso, a dieta dela é um exemplo maravilhoso para se seguir. Ela nunca deixa faltar peixes, frango, arroz integral e salada variada. Mas muito se engana quem pensa que comer saudavelmente é deixar de lado aquilo que a gente mais gosta. Como a Bárbara disse, "fazer reeducação alimentar é saber se comportar diante da comida. Temos que comer para viver e não viver para comer". Faz todo sentido, não é?


O amor pelos exercícios e pela alimentação se tornou tão forte que, hoje, a Bárbara já sabe o que quer cursar na faculdade: Nutrição. "Um estilo de vida saudável é algo que deve se espalhar para todas as pessoas", ela diz. "Espero que todos os diabéticos possam um dia pensar assim como eu e descobrirem que podem levar uma vida normal. Como diz o livro Pollyanna, que li aos 12 anos de idade: busque sempre tirar as coisas boas de cada situação ruim que acontece em sua vida".

Todo mundo consegue! E a Bárbara Mamede é uma baita inspiração!
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Para conhecer mais a Bárbara Mamede:
Instagram: @dietasemsofrer
Facebook: Dieta Sem Sofrer

4 de abril de 2013

Eu li! Samantha Sweet, executiva do lar

Ler é uma das minhas paixões. Desde pequena minha mãe me incentivou, então sempre fui daquelas que prefere ganhar uma coleção inteira de livros ao invés de qualquer outra coisa (exceto, talvez, maquiagem e sapato, hihi). Pra mim, quanto mais longa for a história, melhor! Gosto tanto de ler que uma das minhas metas para este ano foi devorar pelo menos dois livros por mês. Nessas férias, li pelo menos sete e, por mim, teria lido muito mais.
Acho legal livro de mistério, de fantasia (amo!) e, como qualquer mulher, adoro comédias românticas. Essa semana, acabei de ler um livro que se encaixa exatamente nesta última definição: Samantha Sweet, executiva do lar (2005). Ganhei-o em maio do ano passado, no meu aniversário, mas 2012 foi um ano tão corrido pra mim que não tive tempo para lê-lo. Esse ano, depois que a Lia, do Just Lia, indicou-o como um de seus favoritos, resolvi recomeçar a história de onde tinha parado. Não me arrependi!

 
Se você está procurando um livro denso e cheio de mistérios, Samantha Sweet não é pra você. Mas, se você quer uma distraçãozinha para o dia corrido e para os problemas da vida, enfim, uma leitura leve, pode se jogar!
Samantha Sweet conta a história de uma mulher que é workaholic. Ela é advogada e vive para o trabalho, mal fica em casa e não consegue manter uma relação decente nem mesmo com a sua família. Quando um escândalo acontece no escritório de advocacia em que trabalha, Samantha foge para uma cidadezinha da Irlanda e é confundida com uma empregada doméstica em uma mansão. A partir daí, ela resolve assumir este novo trabalho e tem que aprender a cozinhar, passar e lavar. Lógico que, como qualquer outro livro da Sophie Kinsella - ela é autora da coleção Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, pra quem não sabe -, um dos focos da história é um romance que acontece entre a Samantha e o jardineiro, que, cá entre nós, é um ótimo partido.
Eu adoro os livros da Sophie Kinsella! São superbobinhos, é verdade, mas ótimos pra gente se distrair. Além disso, são de uma escrita tão gostosa que a gente acaba lendo a história toda em uma semana. Samantha Sweet, no entanto, não se tornou o meu favorito da autora. Eu gostei muito mais de O Segredo de Emma Corrigan, que também recomendo!

3 de abril de 2013

Willy Wonka existe?

O sonho de toda criança é comer quanto doce quiser. Chocolate, pirulito, bala, marshmallow... É incontável a quantidade de gostosura que a gente tem (até hoje) que deixar de lado para dar lugar aos legumes, verduras e frutas. Quem nunca ouviu a mãe dizer que sobremesa só depois de comer todo o brócolis do prato?
No mundo dos livros e dos filmes, talvez o nosso maior exemplo seja o Willy Wonka que, por ter um pai dentista, nunca pode comer o que bem entendesse. Quando cresceu, ele abriu a maior fábrica de doces do mundo e, de quebra, inventou gulodices que todo mundo gostaria que existissem de verdade: bala que nunca acaba e chiclete que nunca perde o gosto foram só alguns deles.
Todos sabemos que esse personagem é só uma criação e que, nem ele, nem sua fantástica fábrica de chocolates existiram de verdade. Mas já imaginou se fosse ao contrário? Essa semana, o site Hypeness (amo!) publicou uma matéria em que apresentou um grande candidato ao Willy Wonka real. Seu nome é Henry Patterson, um inglês que tem apenas nove anos e acaba de criar sua terceira empresa.
Henry começou seus negócios aos sete anos vendendo adubo no eBay. Logo em seguida, passou a comecializar produtos usados, que comprava em uma loja próxima à sua casa. Atualmente, o menino possui uma loja de doces online chamada Not Before Tea - já que, para os ingleses, a hora do chá talvez seja tão sagrada como a hora da cerveja para os brasileiros (a gente é muito mais legal, claro).
A gente já viu muito menino prodígio por aí, mas o pequeno, além de ter criado a empresa, também é o responsável por muitas ideias, pela estratégia do marketing e, tal como o excêntrico Willy Wonka, pela elaboração de diversos doces. Já imaginou?
Fonte: Hypeness

2 de abril de 2013

Cadê o The Walking Dead que todos conhecíamos?

Então é isso. A terceira temporada de The Walking Dead acabou e, junto com ela, um zilhão de personagens morreram ou viraram zumbis, o que já era de se esperar. No entanto, após tantos episódios bons e duas seasons finales de tirar o fôlego dos fãs, o que vimos no domingo foi uma mistura de enrolação e medo.
 
Quem não assiste à série desde o comecinho até que gostou deste episódio. Mas só por não estar acostumado às reviravoltas e conclusões que sempre apareceram no fim de cada temporada. Mesmo que The Walking Dead não seja o meu seriado favorito, as seasons finales da primeira e segunda temporada me prenderam de uma maneira que eu mal conseguia aguardar pela continuação da história e isso aconteceu com muitos outros fãs. No entanto, já vi muita gente falando por aí que não está nem um pouco ansioso pela quarta temporada e que tanto faz se ela vier semana que vem, em outubro ou só em 2015.
 
O que vimos em Welcome to the Tombs foi, simplesmente, um desfecho morno para um temporada que, até então, eu tinha considerado a melhor. Depois de uma história chatíssima na fazenda, onde praticamente nada aconteceu, tivemos muitas novidades durante o período na prisão e raramente episódios em que nada acontecia foram apresentados. Vimos o amadurecimento do Carl, a morte da Lori e a inclusão da Michonne (diva) no enredo. Isso sem contar o reaparecimento de Merle, o nascimento da Judith gracinha e a ascensão do governador.
 
Mas o que os produtores prometeram para os fãs foi uma batalha entre o grupo da prisão e Woodbury, o que não aconteceu. Nos surpreendemos que o pessoal de Rick resolveu ficar para lutar, ao invés de fugir, mas só. As mortes que aconteceram, inclusive a de um personagem principal, vieram só para encher linguiça. Aposto que os criadores pensaram "vamos matar uns personagens por aí, assim ninguém vai perceber que esse episódio não acrescentou nada à história". Péssima escolha.
 
 
(contém spoilers do episódio 3x16) Estávamos acostumados a um desfecho decente da história nos últimos episódios das temporadas e acredito que o que tenha deixado todos os fãs muito bravos é que, desta vez, isso não aconteceu. Posso contar nos dedos, inclusive, o que mudou em relação aos capítulos anteriores: 1. a morte de Andrea (que a maioria já imaginava); 2. a transformação do Carl - de um menino bonzinho para alguém que está disposto a matar sem pestanejar; 3. a descoberta do Governador assassino pelos moradores de Woodbury; e 4. a união do pessoal da cidade com o grupo da prisão. Este último fato, inclusive, mostra que a mesma enrolação continuará na próxima temporada. É aguardar para ver.
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