4 de abril de 2013

Eu li! Samantha Sweet, executiva do lar

Ler é uma das minhas paixões. Desde pequena minha mãe me incentivou, então sempre fui daquelas que prefere ganhar uma coleção inteira de livros ao invés de qualquer outra coisa (exceto, talvez, maquiagem e sapato, hihi). Pra mim, quanto mais longa for a história, melhor! Gosto tanto de ler que uma das minhas metas para este ano foi devorar pelo menos dois livros por mês. Nessas férias, li pelo menos sete e, por mim, teria lido muito mais.
Acho legal livro de mistério, de fantasia (amo!) e, como qualquer mulher, adoro comédias românticas. Essa semana, acabei de ler um livro que se encaixa exatamente nesta última definição: Samantha Sweet, executiva do lar (2005). Ganhei-o em maio do ano passado, no meu aniversário, mas 2012 foi um ano tão corrido pra mim que não tive tempo para lê-lo. Esse ano, depois que a Lia, do Just Lia, indicou-o como um de seus favoritos, resolvi recomeçar a história de onde tinha parado. Não me arrependi!

 
Se você está procurando um livro denso e cheio de mistérios, Samantha Sweet não é pra você. Mas, se você quer uma distraçãozinha para o dia corrido e para os problemas da vida, enfim, uma leitura leve, pode se jogar!
Samantha Sweet conta a história de uma mulher que é workaholic. Ela é advogada e vive para o trabalho, mal fica em casa e não consegue manter uma relação decente nem mesmo com a sua família. Quando um escândalo acontece no escritório de advocacia em que trabalha, Samantha foge para uma cidadezinha da Irlanda e é confundida com uma empregada doméstica em uma mansão. A partir daí, ela resolve assumir este novo trabalho e tem que aprender a cozinhar, passar e lavar. Lógico que, como qualquer outro livro da Sophie Kinsella - ela é autora da coleção Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, pra quem não sabe -, um dos focos da história é um romance que acontece entre a Samantha e o jardineiro, que, cá entre nós, é um ótimo partido.
Eu adoro os livros da Sophie Kinsella! São superbobinhos, é verdade, mas ótimos pra gente se distrair. Além disso, são de uma escrita tão gostosa que a gente acaba lendo a história toda em uma semana. Samantha Sweet, no entanto, não se tornou o meu favorito da autora. Eu gostei muito mais de O Segredo de Emma Corrigan, que também recomendo!

3 de abril de 2013

Willy Wonka existe?

O sonho de toda criança é comer quanto doce quiser. Chocolate, pirulito, bala, marshmallow... É incontável a quantidade de gostosura que a gente tem (até hoje) que deixar de lado para dar lugar aos legumes, verduras e frutas. Quem nunca ouviu a mãe dizer que sobremesa só depois de comer todo o brócolis do prato?
No mundo dos livros e dos filmes, talvez o nosso maior exemplo seja o Willy Wonka que, por ter um pai dentista, nunca pode comer o que bem entendesse. Quando cresceu, ele abriu a maior fábrica de doces do mundo e, de quebra, inventou gulodices que todo mundo gostaria que existissem de verdade: bala que nunca acaba e chiclete que nunca perde o gosto foram só alguns deles.
Todos sabemos que esse personagem é só uma criação e que, nem ele, nem sua fantástica fábrica de chocolates existiram de verdade. Mas já imaginou se fosse ao contrário? Essa semana, o site Hypeness (amo!) publicou uma matéria em que apresentou um grande candidato ao Willy Wonka real. Seu nome é Henry Patterson, um inglês que tem apenas nove anos e acaba de criar sua terceira empresa.
Henry começou seus negócios aos sete anos vendendo adubo no eBay. Logo em seguida, passou a comecializar produtos usados, que comprava em uma loja próxima à sua casa. Atualmente, o menino possui uma loja de doces online chamada Not Before Tea - já que, para os ingleses, a hora do chá talvez seja tão sagrada como a hora da cerveja para os brasileiros (a gente é muito mais legal, claro).
A gente já viu muito menino prodígio por aí, mas o pequeno, além de ter criado a empresa, também é o responsável por muitas ideias, pela estratégia do marketing e, tal como o excêntrico Willy Wonka, pela elaboração de diversos doces. Já imaginou?
Fonte: Hypeness

2 de abril de 2013

Cadê o The Walking Dead que todos conhecíamos?

Então é isso. A terceira temporada de The Walking Dead acabou e, junto com ela, um zilhão de personagens morreram ou viraram zumbis, o que já era de se esperar. No entanto, após tantos episódios bons e duas seasons finales de tirar o fôlego dos fãs, o que vimos no domingo foi uma mistura de enrolação e medo.
 
Quem não assiste à série desde o comecinho até que gostou deste episódio. Mas só por não estar acostumado às reviravoltas e conclusões que sempre apareceram no fim de cada temporada. Mesmo que The Walking Dead não seja o meu seriado favorito, as seasons finales da primeira e segunda temporada me prenderam de uma maneira que eu mal conseguia aguardar pela continuação da história e isso aconteceu com muitos outros fãs. No entanto, já vi muita gente falando por aí que não está nem um pouco ansioso pela quarta temporada e que tanto faz se ela vier semana que vem, em outubro ou só em 2015.
 
O que vimos em Welcome to the Tombs foi, simplesmente, um desfecho morno para um temporada que, até então, eu tinha considerado a melhor. Depois de uma história chatíssima na fazenda, onde praticamente nada aconteceu, tivemos muitas novidades durante o período na prisão e raramente episódios em que nada acontecia foram apresentados. Vimos o amadurecimento do Carl, a morte da Lori e a inclusão da Michonne (diva) no enredo. Isso sem contar o reaparecimento de Merle, o nascimento da Judith gracinha e a ascensão do governador.
 
Mas o que os produtores prometeram para os fãs foi uma batalha entre o grupo da prisão e Woodbury, o que não aconteceu. Nos surpreendemos que o pessoal de Rick resolveu ficar para lutar, ao invés de fugir, mas só. As mortes que aconteceram, inclusive a de um personagem principal, vieram só para encher linguiça. Aposto que os criadores pensaram "vamos matar uns personagens por aí, assim ninguém vai perceber que esse episódio não acrescentou nada à história". Péssima escolha.
 
 
(contém spoilers do episódio 3x16) Estávamos acostumados a um desfecho decente da história nos últimos episódios das temporadas e acredito que o que tenha deixado todos os fãs muito bravos é que, desta vez, isso não aconteceu. Posso contar nos dedos, inclusive, o que mudou em relação aos capítulos anteriores: 1. a morte de Andrea (que a maioria já imaginava); 2. a transformação do Carl - de um menino bonzinho para alguém que está disposto a matar sem pestanejar; 3. a descoberta do Governador assassino pelos moradores de Woodbury; e 4. a união do pessoal da cidade com o grupo da prisão. Este último fato, inclusive, mostra que a mesma enrolação continuará na próxima temporada. É aguardar para ver.

27 de março de 2013

The Vampire Diaries: a Elena bitch que todos queríamos surgiu!

(contém spoilers) Parece que eu tenho o dom da adivinhação. Há mais ou menos dois meses, postei aqui no blog que seria maravilhoso se matassem Jeremy Gilbert em The Vampire Diaries, mas nunca acreditei que isso fosse acontecer de fato. Pois bem, parece que, finalmente, os produtores do seriado acordaram em si e o menino-sem-função partiu dessa pra uma melhor.
Não que eu não gostasse do personagem. Na época em que o indivíduo era emo e queria ser transformado em vampiro, até que me garantiu boas risadas. Mas quando transformaram o Jeremy em galã de novela mexicana que pega todo mundo, passei a bocejar cada vez que ele aparecia em alguma cena.
E aí que a Elena Gilbert perdeu sua humanidade e, em um show de interpretação da Nina Dobrev (só que não), tivemos um fim de um episódio que deveria ser supertriste (para os personagens, que fique claro, os fãs foram a loucura!), mas, ao invés disso, foi simplesmente vazio. Se soubesse que a Elena iria ficar com mais cara de mosca morta ainda, teria torcido para ela morrer e não o pobre irmãozinho. Aliás, alguém mais achou que ela seria uma excelente zumbi em The Walking Dead?
De qualquer maneira, fiquei algumas semanas sem assistir aos episódios de The Vampire Diaries depois desse fato, mas ontem resolvi dar uma chance aos que faltaram. Melhor decisão de todas! Os roteiristas devem ter se cansado da Elena-sonsa mesmo, porque a menina endoidou e resolveu sair matando humanos por aí, dando festas pro pessoal do colégio e, acredite se quiser, se unindo com a linda da Rebekah. Até mudar o cabelo, ela mudou, e tirou aquele visual de vaca-lambida que a Katherine vambitch odeia.
Falando em Katherine, devemos ver a doppelgänger dando as caras em breve para tornar tudo mais divertido. Com a saída, mesmo que temporária, de Tyler, além disso, as chances de The Vampire Diaries sair dessa história chata e morna e dar uma reviravolta é bem provável. Agora só falta o Stefan morrer e a Caroline finalmente ficar com o Klaus para eu poder ir dormir feliz. Vamos aguardar!

26 de março de 2013

Qual é o objeto mais importante da sua vida?

Responda rapidamente!
Talvez um celular? Um computador? Um caderno? Ou sua televisão?

Às vezes, parece que tudo está dando errado na sua vida. O cabelo que não fica bom, o amor que não dá mais certo, a roupa que deixou de servir, a pessoa que bateu no seu carro... E aí a gente tem uma vontade absurda de fugir, de largar tudo e falar "cansei". Você já parou para pensar que aquilo que mais te incomoda no dia a dia pode não ser tão importante assim? Tudo bem, na sua realidade, talvez seja. Mas em relação à realidade dos outros?
O site Hypeness publicou estes dias uma matéria sobre o projeto do fotojornalista Brian Sokol - o The Most Important Thing. Brian foi até o Sudão do Sul perguntar aos refugiados qual era o objeto mais importante de suas vidas. As respostas, impressionantes, foram muito além do que imaginaríamos: objetos simples que, na nossa realidade, praticamente não têm valor nenhum. É para refletir!


Esta é Dowla. Ela tem apenas 22 anos e, tão nova, disse ao fotojornalista que o objeto mais importante de sua vida é este tronco de madeira que a ajuda carregar os filhos quando eles não têm mais condições de andar.


Hasan não sabe exatamente quantos anos têm, mas é um número entre 60 e 70 anos. Para ele, o objeto mais importante de todos é esta carteira, que agora está vazia, mas o ajudou a alimentar sua família durante os 25 dias de viagem até às fronteiras do Sudão do Sul.


Maria, por sua vez, com apenas 10 anos, afirmou a Brian que o objeto mais importante de sua vida é este recipiente de água.

Para ter acesso às outras fotos do projeto, clique aqui.
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