7 de julho de 2015

Jurassic World: as crianças dos anos 90 foram à loucura!

Quem nasceu no fim dos anos 80 ou no início dos anos 90 provavelmente teve o gostinho de aproveitar cada estreia da melhor trilogia da época: Jurassic Park. Críticas à parte, sabemos que a história não é lá aqueeelas coisas, mas cada vez que eu ia ao cinema ver dinossauros fazendo picadinhos de humanos era a coisa mais incrível do mundo! Não que eu lembre, não é mesmo, mas se Jurassic Park hoje ainda é um dos meus filmes favoritos, imagino como, na época, eu deveria ficar com cada lançamento.


Pois imaginem a felicidade da criança ao ficar sabendo, há uns 2 anos, que iriam fazer um novo filme? Quase morri de alegria! E, tanto tempo depois, posso falar com convicção: Jurassic World é legal SIM e quem não gostou tem mais é que rever tudo pra captar todas as referências ao primeiro filme da série.

Claro que, vindo de uma continuação de Jurassic Park, a gente não poderia esperar grandes roteiros ou uma história nunca antes vista. Em Jurassic World, vemos outro empreendedor tentando reviver o parque de dinossauros. Como das outras vezes, parece que tudo está indo a mil maravilhas, até um doido colocar tudo a perder. O louco, dessa vez, é um cientista que simplesmente resolve criar uma nova espécie de dinossauros pra atrair mais investidores e público. Nem precisa falar o que aconteceu, né? O dinossauro sai do controle, foge e todos que estão no parque, inclusive os outros dinossauros, passam a ser mortos por um dinossauro assassino que sente prazer em matar.


A gente já sabia de todos os clichês que o filme estaria recheado bem antes, mas isso não significa que não aproveitou cada segundo daqueles personagens correndo pelo parque e tentando descobrir um jeito de se salvar. Teve dinossauro comendo pessoas pela cabeça, teve dinossauro levando outras pessoas pelo ombro e teve mulher correndo de salto no meio da floresta como se fosse supernormal. Mas quem é que não gosta de dinossauros, gente?! Se você é fã de Jurassic Park, vá aos cinemas assistir a Jurassic World e seja transportado para o passado de uma maneira incrível, cheia de efeitos especiais e, claro, com muuuita ação. :)


6 de julho de 2015

Receita fácil de fazer: rabanadas de Nutella

Dos mesmos criadores de brownie de Nutella...

A receita que eu e meu namorado fizemos esse fim de semana é simples, fácil e rápida. Além disso, também leva Nutella, o que já é um motivo mais do que suficiente pra te fazer querer comprar todos os ingredientes e fazer. Sabe aquela rabanada deliciosa da época do Natal, que fica com aquela crosta crocante de açúcar e canela e faz todo mundo brigar pelo último pedaço? Imagina ela com Nutella.


Vi essa receita no I Could Kill For Dessert - o que, cá entre nós, é muito verdade - e logo falei pro meu namorado que queria fazê-la. Com o friozinho que tem feito aqui em São Paulo, então, nada combinaria melhor. Nesse sábado, a gente comprou os ingredientes e logo depois de comer pizza, fomos pra cozinha fazer a sobremesa. Gordinhos, sim, felizes também.

Nem preciso falar que a receita é beeem fácil, né? Eu não sou lá grande coisa na cozinha, então qualquer prato que precisa de muito ingrediente ou mil panelas diferentes não me atrai nem um pouco. Esse, no entanto, logo de cara me chamou atenção: primeiro porque sou apaixonada por rabanada, segundo porque qualquer coisa que vá Nutella é incrível. ♥

Como só eu e meu namorado iríamos comer, optamos por diminuir um pouco a quantidade de ingredientes e também resolvemos evitar a fritura e assamos as rabanadas, mas a essência dela continuou a mesma.


Ingredientes:

Fatias de pão de forma quadrado e sem casca
Nutella
2 ovos
3 colheres de sopa de açúcar
7 gotas de extrato de baunilha
200 ml de leite
Açúcar e canela para polvilhar

Nada que você não tenha na sua casa, né? Talvez você não possua extrato de baunilha, mas, cá entre nós, sem ele dá pra fazer a receita mesmo assim. :)



Primeiro, você vai tirar a casca de todos os pães de forma que quiser usar e (se divertir) esticá-los com um rolo. Então, passar Nutella em grande quantidade por cada fatia, mas tomando o cuidado de não passar o creme muito nas pontas, para não vazar. Aí, fazer rolinhos bem apertados com todas as fatias, de modo que elas grudem e fiquem parecendo rocamboles recheados de Nutella.


Em um recipiente, coloque o leite, as colheres de açúcar e as gotas de extrato de baunilha e mexa bem. Em outro, coloque os dois ovos e bata-os bem, até ficarem uma mistura homogênea. Por fim, pegue um prato e misture açúcar e canela na proporção que quiser: eu adoro canela e coloquei bastante, mas você pode fazer até mesmo sem se preferir.


Então está na hora da bagunça! Pegue os rolinhos, passe-os no leite, nos ovos e, por fim, passe-os na mistura de açúcar e canela. Aí é só colocar numa forma untada com manteiga e colocar para assar até você vê-los douradinhos e crocantes. Depois é só se deliciar enquanto estiverem quentinhos e, se você quiser e for viciado em Nutella que nem eu, passar ainda mais Nutella neles antes de comer. Delícia!

25 de junho de 2015

Existe idade certa para fazer intercâmbio?

Semana passada, contei aqui quais foram os motivos que me levaram a ficar hospedada na casa de uma família canadense ao invés de uma residência estudantil e a Thami, do Like Paradise, comentou que as minhas dicas eram muito legais e que ela tinha muita vontade de fazer um intercâmbio, mas, no momento, não havia como. 

O que me chamou a atenção, no entanto, foi ela perguntar se, com 23 anos, ainda daria tempo de fazer uma viagem dessas. Se você, como a Thami, também tem esse tipo de dúvida, aqui vai a minha resposta: não existe idade certa para fazer intercâmbio. Pode confiar. Eu mesma fui apenas com 25 anos e não me arrependi nem um pouco.


Há pessoas que acham que fazer intercâmbio é só coisa de gente nova e que, quanto mais idade você tem, menos você aproveita uma experiência dessas. Eu acho que é muito pelo contrário: quanto mais velho você for, mais maturidade terá para encarar algumas coisas que inevitavelmente passarão pela sua cabeça nesse período fora do país. 

Veja bem, na minha sala de aula da ILSC haviam pessoas mais novas que eu, mas também mais velhas, que iriam passar um ano no Canadá ou apenas um mês, e isso só tornou toda a experiência muito mais enriquecedora. Inclusive, durante um dos meses lá, tive aula com uma senhora de 65 anos, já avó, e que tinha resolvido fazer intercâmbio no Canadá depois de aposentada. Ela era um amor, superestudiosa e sabia falar muito melhor o idioma do que muita gente que conheci por lá. 


Claro que eu não acho que você deva esperar, caso tenha a oportunidade de fazer um intercâmbio quando mais novo. Cada momento da vida te permite explorar o novo país de maneiras diferentes e te traz momentos distintos que, com certeza, serão incríveis. Eu, infelizmente, não tive a oportunidade de ir morar fora antes de me formar na universidade, mas ter ido um pouco mais velha me permitiu fazer coisas que, provavelmente, não poderia ter feito quando mais nova (beber é uma delas). 

Eu só acho que as pessoas precisam tirar da cabeça que intercâmbio é coisa de adolescente e entender que, não importa a idade que você tiver, sempre será uma experiência incrível, lotada de momentos inesquecíveis e de muito aprendizado. Afinal, hoje existem diversos pacotes de intercâmbios diferentes que, com certeza, se encaixarão muito bem no que você espera dessa viagem. :)

17 de junho de 2015

Por que escolhi ficar na casa de uma família canadense?

Quando comecei a contar para as pessoas que iria morar três meses em Vancouver, a primeira coisa que me perguntavam era: mas onde você vai ficar? Vai alugar um apartamento lá? Aí, quando eu comentava que iria ficar em homestay, ou seja, na casa de uma família canadense, a maioria das pessoas torcia o nariz e fazia muitas observações, como por exemplo: mas e se eles forem doidos ou você não se adaptar?

Minha casa em Vancouver 
Claro que isso poderia acontecer, mas, também, eu não estava indo para a casa de qualquer família, né? Quando você opta por ficar em homestay, você preenche um cadastro contando um pouquinho de você: sua idade, o que você faz da vida, se você gosta de cachorros, se fuma etc. Então, ao contrário do que as pessoas costumam achar, é a família que escolhe você, não ao contrário. Como eu e meu namorado queríamos ficar na mesma casa, esse processo foi um pouquinho demorado, mas nada que me deixou dias sem dormir.

A vista da nossa janela
Escolhemos ficar na casa de uma família canadense por um simples motivo: queríamos realmente viver a cultura de lá. Isso provavelmente não teria acontecido se a gente resolvesse alugar um apartamento ou, então, morasse em residência estudantil. Primeiro porque estávamos sempre juntos, então a chance de falarmos português era sempre muito grande; segundo porque brasileiro é que nem mato e você encontra em qualquer lugar e a gente tem uma tendência incrível de se agrupar, hahaha.

Nosso bairro lá :)
Então, se hoje alguém me pergunta se eu me arrependi de ter ficar em homestay, respondo sem nem pensar que não, não me arrependi. Viver na casa de pessoas com uma cultura completamente diferente da minha, fazer refeições muito diferentes das que estava acostumada e, ainda, poder exercitar meu inglês a hora que eu quisesse, especialmente no jantar ♥, foi uma das experiência mais incríveis da minha vida. Foi por causa disso que pude passar o Halloween como uma verdadeira canadense e também ter um Dia de Ação de Graças com tudo o que tinha direito, inclusive torta de abóbora e salmão selvagem assado, o que eu nunca teria se tivesse ido morar sozinha.

Todo mundo podia pegar ou deixar o livro que quisesse nessa biblioteca na frente de casa!
Pode ser que a gente tenha tido sorte com a nossa família canadense. Na verdade, não, com certeza a gente teve sorte. Eles eram gentis, legais e estavam dispostos a fazer tudo pela gente, até mesmo comprar blackberries gigantescas para mim. ♥ Mas, se você está indo fazer um intercâmbio e também escolheu a opção de homestay, não tenha receio! Existe muita gente legal no mundo e, se a família está disposta a receber um estudante intercambista, ela foi avaliada pela escola antes e cumpre todos os requisitos. Caso contrário, sempre há opção de você mudar de casa! :)

12 de junho de 2015

Mama's Burger: hamburgueria perfeita para almoços felizes

Trabalhar na Berrini significa, sem exceção, ter que enfrentar restaurantes lotados na hora do almoço e ruas dominadas por pessoas que, quase sempre, estão com pressa. No entanto, no paraíso dos berriners, também é possível encontrar locais com comida boa e perfeita para aqueles dias em que o que você mais precisa é um almoço feliz - ou cheio de fritura, decida como quiser. O Mama's Burger tem essa proposta. Não é minha hamburgueria favorita da vida - e, na verdade, o Holy Burger ainda está ocupando meu coração nesse quesito -, mas cumpre bem quando o assunto é hambúrguer gostoso com batata frita quentinha em um lugar acessível.

Essa foi a segunda vez que fui no Mama's Burger e devo dizer que, dessa vez, a impressão que ficou foi muito melhor do que a outra. Isso porque, em minha primeira visita lá, a espera para ser atendido e para receber os pedidos foi tão grande que em determinado momento a gente até cogitou ir para outro lugar. Ou seja: é visível que, hoje em dia, eles aperfeiçoaram o atendimento e especialmente orientaram os garçons corretamente.

Jack's Burger

Eu e meu namorado chegamos lá por volta das 12h30 e, para uma sexta-feira, até que o Mama's Burger estava bem vazio. Rapidamente sentamos e, assim que o garçom chegou para anotar nosso pedido, escolhemos uma porção de fritas e dois refrigerantes, mas apenas porque ele nos disse que, na hora do almoço, a casa não trabalha com onion rigs por ser mais demorado fritá-los. Além disso, ele nos recomendou que pedíssemos os lanches junto porque era melhor já deixar o pedido na cozinha para não correr o risco de ficarmos horas esperando.


Dito e feito! Depois de cinco minutinhos, recebemos os refrigerantes e a porção de batata frita que, se soubéssemos que era tão grande, nem teríamos pedido inteira. Para vocês terem uma noção, nessa foto aí de cima a gente já tinha comido uma boa quantidade! Então imagina quanto vem, né? A batata da casa é bem crocante, embora algumas delas estivessem muito oleosas, e a maionese verde deles é bem temperada e muito gostosa. Aprovada!

Foi a vez, então, de começarmos a comer os lanches. Eu pedi o Jack's Burger: hambúrguer de 180g produzido artesanalmente com uísque Jack Daniel's e defumado, sob uma camada de alface e tomate coberto por cheddar derretido, bacons crocantes e onion rings no pão australiano. Já meu namorado optou pelo lanche que o Mama's Burger serviu no Burger Fest de São Paulo e manteve no cardápio depois: Wild Ribs, hambúrguer de 180g de fraldinha, coberto por costelinha, embebido com barbecue de Bourbon Wild Turkey, com farofa crocante de bacon e servido no pão preto.

Wild Ribs

Os dois hambúrgueres eram bem gostosos, embora a casa estivesse com falta de pão australiano/preto e a gente tenha recebido os lanches com pão normal. A carne era bastante suculenta, ao ponto e, no caso do lanche que eu pedi, os ingredientes vieram em bastante quantidade. O meu hambúrguer era muito grande, por isso nem consegui comer tudo. Então, acho o Mama's Burger uma ótima opção apenas para almoços durante a semana, já que, mesmo com ótimas sugestões, a casa às vezes peca um pouco no excesso e se esquece de outras coisas importantes, como ter disponível aquilo que está escrito no cardápio.
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