27 de julho de 2010

Happily ever after

Não adianta, eu sou daquelas que gosta de final feliz. Não pode ter morte, não pode ter sofrimento, o casal bonzinho tem que ficar junto e as pessoas más têm que sofrer por tudo aquilo que fizeram. Seria lindo, se não fosse mentira.

Quer dizer, desde pequenos a gente aprende que o bem prevalece sobre o mal sempre, que o amor existe onde menos se espera, que no final tudo fica bem... Mas, que final? Porque, pensando bem, só é final quando acaba e eu não estou muito satisfeita com a ideia de só ser feliz nos 45 minutos do segundo tempo. Não mesmo.

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